SOCIEDADE AGRICOLA QUINTA DO CONDE
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| Gender | Male |
|---|---|
| Industry | Automotive |
| Occupation | EMPRESARIO |
| Location | INGLATERRA, LONDRES, Angola |
| Links | Audio Clip, Wishlist |
| Introduction | A Vitivinicultura Brasileira A viticultura brasileira nasceu com a chegada dos colonizadores portugueses, no século XVI. As primeiras videiras teriam sido trazidas por Martin Afonso de Souza, que as plantou em sua Capitania, a de São Vicente. Presume-se que eram vinhas adequadas para a produção de vinho (Vitis vinifera), originárias de Espanha e Portugal. O cultivo teria se espalhado por outras regiões, mas em 1789, um decreto protecionista promulgado por Portugal proibiu o plantio de uvas, inibindo completamente a produção e comercialização de vinho no Brasil. Permaneceu como cultura doméstica até o final do século XIX, tornando-se uma atividade comercial a partir do início do século XX, por iniciativa dos imigrantes italianos estabelecidos no sul do país a partir de 1875. As videiras de origem americana, principalmente cultivares de Vitis labrusca, foram a base para o desenvolvimento da vitivinicultura brasileira. Destacaram-se as cultivares “I..Effervescents du Monde – França 130 Brut – Ouro – 2009Amante Espumante – Prata - 2010Premium Brut – Prata 2010 |
| Interests | Em 2004, depois de muita pesquisa de solo e clima, decidiu-se pela implantação de cinco hectares de uvas finas. A Região do Alto Uruguai é considerada uma região no mínimo diferente para o cultivo de videiras. Três Palmeiras, se caracteriza por um relevo de coxilhas, solos bem drenados, pedregosos e de média fertilidade. Devido a proximidade do Rio Uruguai, o ciclo da videira inicia-se alguns dias antes do que nas regiões vitivinícolas tradicionais do Sul do Brasil, conseqüentemente a colheita se dá também algumas semanas antes. Devido a essa precocidade na produção das uvas, as mesmas fogem da época das chuvas dessa região, que ocorrem, normalmente, a partir do mês de abril. Nos meses de janeiro, fevereiro e primeira quinzena de março, meses de colheita de uvas brancas, tintas precoces e tintas tardias, respectivamente, a região é marcada por fortes estiagens, o que favorece a perfeita maturação de suas uvas, chegando a produzir vinhos com 14,5 % de álcool natural. Também há uma boa amplitude térmica, diferença da temperatura do dia para a noite, chegando a ultrapassar a casa dos 8ºC. Isso favorece as altas intensidades de cor dos vinhos tintos, bem como a perfeita maturação dos taninos da uva. E, em 2007... Com arquitetura voltada à produção de vinhos de boutique, com quatro pavimentos sobrepostos, utilizando a gravidade como aliada no processo de elaboração, a Antonio Dias é construída em pedras de basalto, que mantém uma temperatura amena e constante no ambiente. Todo o sistema produtivo encaixa-se no sistema de produção de vinhos de boutique, ou seja, o processo de recebimento de uvas, seleção de grãos, fermentação, afinamento, barris de carvalho e caves, tudo em seqüência, além é claro de modernos equipamentos de vinificação, barris de carvalho francês e os melhores vinhedos da propriedade, que circundam a vinícola. |
| Favorite movies | Em 1875, quando os primeiros Valduga aportaram em terras brasileiras, jamais poderiam imaginar que em pouco mais de um século seus descendentes iriam criar a Joia do Espumante Brasileiro. Idealizadora do sonho de elaborar espumantes no Brasil apenas pelo método champenoise - segundo a tradição da região de Champagne na França -, a matriarca da família recebe como homenagem o espumante Maria Valduga. De excelente cremosidade, com perlage fino e persistente, o espumante resulta não apenas da seleção das melhores uvas Chardonnay e Pinot Noir do Vale dos Vinhedos, como também da evolução no silêncio e na penumbra das caves subterrâneas por quatro anos. Maria Valduga, a coroação do espumante brasileiro. Maria Valduga Champenoise: elaboração do vinho base, engarrafamento e refermentação do vinho em garrafas de espumante, temperatura controlada na cave em 12ºC. Permanece após a refermentação em garrafa por 48 meses ocorrendo autólise de leveduras, remuage em pupitres, degorgement, arrolhamento e rotulagem. Conheça o método Champenoise Safra: 2006 Variedade: Chardonnay | Pinot Noir Origem: Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves / RS - Brasil Envelhecimento/Autólise: 48 meses Visual: Espumante límpido e brilhante, de coloração amarelo palha. Possui perlage fino e persistente culminando em uma nobre e generosa coroa. Olfativa: Bouquet elegante e intenso com notas de frutas em calda, remetendo principalmente à pera e maçã. Os aromas de brioche amanteigados e pão delicadamente tostados expressam a complexidade adquirida durante a lenta maturação deste espumante. Gustativa: Em boca possui excelente complexidade gustativa, com acidez equilibrada e ótimo frescor. Apresenta alta cremosidade, ampla intensidade, persistência e retrogosto que remete à análise olfativa. Consumo: 6 – 8 ºC |
| Favorite music | Foi no século XVII, ao ouvir a afirmação dos vinicultores de que alguns vinhos fermentavam novamente depois de engarrafados, que o monge Dom Perignon, responsável pela adega da Abadia de Hautvillere, em Reims, na França, resolveu usar garrafas mais espessas e rolhas amarradas com arame para controlar uma bebida ainda desconhecida, com segredos a serem desvendados e técnicas a serem refinadas – o Champagne. O método Champenoise, também conhecido como ‘Tradicional‘ ou ‘Clássico‘, consiste na segunda fermentação de um vinho base, dentro da própria garrafa. Durante 2 meses, as leveduras transformam açúcar em álcool, e consequentemente liberam gás carbônico, dando origem a perlage do espumante. Após, o espumante passa por um processo de autólise e envelhecimento que pode durar meses ou até anos, sendo finalizado com a remoção das impurezas através da remuage e do degorgement. Reconhecido pela sua qualidade, este método é mais delicado e artesanal, resultando espumantes com perlage fina, evolução nos aromas e complexidade gustativa.FOTOS Abaixo selecionamos uma lista de fotos para poder mostrar um pouquinho de nosso trabalho em busca da excelência na produção de vinhos. Para ver mais aguardamos sua visita! |
| Favorite books | Uma das responsáveis pelo reconhecimento internacional e inquestionável da qualidade dos espumantes brasileiros foi a Casa Valduga. Decidida a elaborar o espumante ícone do Brasil, apostou exclusivamente no método champenoise, seguindo os moldes da região de Champagne, na França. Neste longo e custoso processo utilizado pela Valduga, após a refermentação em garrafa, o produto evolui nas caves subterrâneas por até 6 anos, resultando em um perlage fino e persistente, com excelente cremosidade. Hoje, a vinícola possui a maior cave de espumantes da América Latina, dimensionada para abrigar seis milhões de garrafas, exclusivamente pelo método tradicional. Atualmente, a linha é composta por 10 diferentes espumantes, cada um especial em seu estilo e com um tempo diferente de maturação.Ainda na Itália, a Família cultivava vinhas e elaborava vinho em pequenas quantidades. Ao chegar ao Brasil na década de 1880, após o estabelecimento e a subsistência, o amor e dedicação em trabalhar com uvas e vinhos falou mais alto. Assim, o cultivo de parreirais em maior extensão foi levado adiante. |
