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| Gender | Male |
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| Introduction | Ao longo da minha vida conversei com muitas pessoas. Conversei com as pessoas que amo e com outras as quais sequer conheço. Contei histórias aos pequenos e aos não tão pequenos, e recitei poemas a quem quis me escutar. Trecho extraído do livro “Cuentos sin lobo” (Contos sem lobo) Conversei com pessoas que nos deixaram há tempos, e sussurrei nos ouvidos de meus filhos mesmo antes deles nascerem. Compartilhei minhas alegrias e minhas tristezas com outras pessoas, e minhas preocupações e meus temores com sírios e troianos. Opinei com veemência sobre o divino e o humano, às vezes com razão, e outras nem tanto. Eu que contei histórias aos meus cães, pássaros e peixes, e às minhas queridas plantas, que esperam pacientemente que as saúdem quando chego em casa, me esqueci de ti, minha mais fiel companheira. Nunca te falei nada em todos esses anos. Ignorei-te. |
| Interests | Ao longo da minha vida conversei com muitas pessoas. Conversei com as pessoas que amo e com outras as quais sequer conheço. Contei histórias aos pequenos e aos não tão pequenos, e recitei poemas a quem quis me escutar. Trecho extraído do livro “Cuentos sin lobo” (Contos sem lobo) Conversei com pessoas que nos deixaram há tempos, e sussurrei nos ouvidos de meus filhos mesmo antes deles nascerem. Compartilhei minhas alegrias e minhas tristezas com outras pessoas, e minhas preocupações e meus temores com sírios e troianos. Opinei com veemência sobre o divino e o humano, às vezes com razão, e outras nem tanto. Eu que contei histórias aos meus cães, pássaros e peixes, e às minhas queridas plantas, que esperam pacientemente que as saúdem quando chego em casa, me esqueci de ti, minha mais fiel companheira. Nunca te falei nada em todos esses anos. Ignorei-te. Você que sempre esteve ao meu lado, tímida e discreta com teu jeito um pouco desengonçado, e uma forma pouco rechonchuda. Você que dissimulou meus defeitos, e que não se importou, nem com a cor da minha pele, nem com minha idade e nem com minha condição social. Você, que imita meus gestos e que estaria disposta a esconder teu braço direito ou uma de tuas pernas, se fosse necessário para que você se parecesse mais comigo… A você, que apenas a obscuridade te amedronta, te dedico hoje essas linhas e te prometo não dar motivos para que ninguém duvide e diga de mim que tenho uma “má sombra”. |
| Favorite movies | Ao longo da minha vida conversei com muitas pessoas. Conversei com as pessoas que amo e com outras as quais sequer conheço. Contei histórias aos pequenos e aos não tão pequenos, e recitei poemas a quem quis me escutar. Trecho extraído do livro “Cuentos sin lobo” (Contos sem lobo) Conversei com pessoas que nos deixaram há tempos, e sussurrei nos ouvidos de meus filhos mesmo antes deles nascerem. Compartilhei minhas alegrias e minhas tristezas com outras pessoas, e minhas preocupações e meus temores com sírios e troianos. Opinei com veemência sobre o divino e o humano, às vezes com razão, e outras nem tanto. Eu que contei histórias aos meus cães, pássaros e peixes, e às minhas queridas plantas, que esperam pacientemente que as saúdem quando chego em casa, me esqueci de ti, minha mais fiel companheira. Nunca te falei nada em todos esses anos. Ignorei-te. Você que sempre esteve ao meu lado, tímida e discreta com teu jeito um pouco desengonçado, e uma forma pouco rechonchuda. Você que dissimulou meus defeitos, e que não se importou, nem com a cor da minha pele, nem com minha idade e nem com minha condição social. Você, que imita meus gestos e que estaria disposta a esconder teu braço direito ou uma de tuas pernas, se fosse necessário para que você se parecesse mais comigo… A você, que apenas a obscuridade te amedronta, te dedico hoje essas linhas e te prometo não dar motivos para que ninguém duvide e diga de mim que tenho uma “má sombra”. |
| Favorite music | Ao longo da minha vida conversei com muitas pessoas. Conversei com as pessoas que amo e com outras as quais sequer conheço. Contei histórias aos pequenos e aos não tão pequenos, e recitei poemas a quem quis me escutar. Trecho extraído do livro “Cuentos sin lobo” (Contos sem lobo) Conversei com pessoas que nos deixaram há tempos, e sussurrei nos ouvidos de meus filhos mesmo antes deles nascerem. Compartilhei minhas alegrias e minhas tristezas com outras pessoas, e minhas preocupações e meus temores com sírios e troianos. Opinei com veemência sobre o divino e o humano, às vezes com razão, e outras nem tanto. Eu que contei histórias aos meus cães, pássaros e peixes, e às minhas queridas plantas, que esperam pacientemente que as saúdem quando chego em casa, me esqueci de ti, minha mais fiel companheira. Nunca te falei nada em todos esses anos. Ignorei-te. Você que sempre esteve ao meu lado, tímida e discreta com teu jeito um pouco desengonçado, e uma forma pouco rechonchuda. Você que dissimulou meus defeitos, e que não se importou, nem com a cor da minha pele, nem com minha idade e nem com minha condição social. Você, que imita meus gestos e que estaria disposta a esconder teu braço direito ou uma de tuas pernas, se fosse necessário para que você se parecesse mais comigo… A você, que apenas a obscuridade te amedronta, te dedico hoje essas linhas e te prometo não dar motivos para que ninguém duvide e diga de mim que tenho uma “má sombra”. |
| Favorite books | Ao longo da minha vida conversei com muitas pessoas. Conversei com as pessoas que amo e com outras as quais sequer conheço. Contei histórias aos pequenos e aos não tão pequenos, e recitei poemas a quem quis me escutar. Trecho extraído do livro “Cuentos sin lobo” (Contos sem lobo) Conversei com pessoas que nos deixaram há tempos, e sussurrei nos ouvidos de meus filhos mesmo antes deles nascerem. Compartilhei minhas alegrias e minhas tristezas com outras pessoas, e minhas preocupações e meus temores com sírios e troianos. Opinei com veemência sobre o divino e o humano, às vezes com razão, e outras nem tanto. Eu que contei histórias aos meus cães, pássaros e peixes, e às minhas queridas plantas, que esperam pacientemente que as saúdem quando chego em casa, me esqueci de ti, minha mais fiel companheira. Nunca te falei nada em todos esses anos. Ignorei-te. Você que sempre esteve ao meu lado, tímida e discreta com teu jeito um pouco desengonçado, e uma forma pouco rechonchuda. Você que dissimulou meus defeitos, e que não se importou, nem com a cor da minha pele, nem com minha idade e nem com minha condição social. Você, que imita meus gestos e que estaria disposta a esconder teu braço direito ou uma de tuas pernas, se fosse necessário para que você se parecesse mais comigo… A você, que apenas a obscuridade te amedronta, te dedico hoje essas linhas e te prometo não dar motivos para que ninguém duvide e diga de mim que tenho uma “má sombra”. |

