Márcio Diniz
My blogs
| Gender | Male |
|---|---|
| Industry | Student |
| Occupation | Estudante de Direito, escritor, poeta, músico, técnico em mecânica, locutor radialista, repórter |
| Location | Rio de Janeiro, RJ, Brazil |
| Introduction | Estudante de Direito, escritor, poeta, músico, cantor, compositor, radialista e técnico em mecânica. Morador de uma comunidade carente do Rio de Janeiro, respiro e me deixo inspirar pela atmosfera que me cerca: um mundo de luta cotidiana, esperança resiliente, cultura pulsante, autenticidade e resistência. Cresci observando a vida em cada esquina, rosto e história, extraindo dessas experiências minha maior inspiração. Minha trajetória une arte e ciência: da poesia à música, da filosofia ao Direito, da comunicação à técnica, acreditando que o conhecimento é múltiplo e capaz de transformar perspectivas. Cada aprendizado, seja em sala, estúdio ou oficina, enriquece minha visão e fortalece minha criatividade. Acredito em ideias que dialogam com sensibilidade e prática. Cada desafio se transforma em aprendizado, cada conquista me motiva a seguir construindo pontes entre conhecimento, arte e vida. |
| Interests | Sou apaixonado por música em suas múltiplas formas, incluindo música clássica com Vivaldi, Mozart, Handel, Bach e Beethoven, MPB e samba com Caetano Veloso, Maria Bethânia, Djavan, Chico Buarque, Gilberto Gil, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Luiz Gonzaga e Gonzaguinha, samba partido alto, samba-enredo, rock e pop nacional com Legião Urbana, Barão Vermelho, Skank, Os Paralamas do Sucesso, Titãs, Cazuza e Cássia Eller, além de rock e pop internacional como The Beatles, Michael Jackson, U2, Whitney Houston, Mariah Carey, The Cure, Rolling Stones e Depeche Mode, e ritmos latinos como salsa e tango de Eddie Santiago e Carlos Gardel. Sou entusiasta da literatura brasileira e internacional, incluindo Machado de Assis, Jorge Amado e José de Alencar, assim como poesia e escrita criativa. No cinema, admiro obras clássicas de Chaplin e dos Irmãos Lumière, além de produções contemporâneas internacionais, apreciando direção, narrativa e crítica cinematográfica. Também me interesso por Direito e estudos jurídicos, composição musical, performance vocal, radiojornalismo e locução, técnicas de mecânica e engenharia, astronomia, astrologia e geologia, encantado por explorar e compreender esses temas. |
| Favorite movies | Sou fascinado por obras cinematográficas que marcam pela força narrativa, pelo impacto emocional e pela maestria técnica de suas direções. Filmes como Trainspotting, O Conde de Monte Cristo, Ben-Hur e Django Livre, com suas histórias envolventes e personagens inesquecíveis, figuram entre meus prediletos. Obras como O Sexto Sentido, que combina suspense e reflexão, e Ensiname a Viver, que emociona pela delicadeza da narrativa, também estão entre as que mais me marcaram. Valorizo filmes que provocam reflexão, despertam emoções profundas e permanecem na memória, influenciando a forma como vejo o mundo. Dentro dessa mesma paixão, destaco O Grande Lebowski (Joel e Ethan Coen), uma obra cult que mistura humor, filosofia existencial e situações absurdas, criando um protagonista improvável que conquistou gerações e se tornou símbolo da originalidade no cinema. Admiro profundamente diretores que imprimem estilo singular às suas obras. Quentin Tarantino, com seus diálogos afiados e narrativa não linear; Alfred Hitchcock, mestre do suspense; e Martin Scorsese, que mergulha na intensidade da vida urbana e nos dilemas morais, são alguns dos que mais aprecio. O cinema nacional também ocupa um lugar especial em minhas preferências. Obras como Cidade de Deus (Fernando Meirelles), Central do Brasil (Walter Salles), Tropa de Elite (José Padilha), Bacurau (Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles), Pixote (Héctor Babenco), O Auto da Compadecida (Guel Arraes), O Homem que Desafiou o Diabo (Moacyr Góes) e A Dama do Lotação (José Henrique Fonseca) exploram com intensidade temas sociais, emocionais e culturais, oferecendo narrativas marcantes, personagens inesquecíveis e estética singular. Cada filme que escolho revela meu olhar atento à arte e à capacidade do cinema de emocionar, ensinar e transformar, mantendo viva a paixão pela sétima arte. |
| Favorite music | Minha música favorita é aquela que transcende fronteiras e gerações, conectando pessoas, histórias e emoções. Das melodias milenares da música indiana aos ritmos quentes da salsa, como Lluvia de Eddie Santiago, ao tango quente de Cambalache, de Carlos Gardel, ao pop internacional que embalou gerações, encontro em cada estilo um reflexo da alma humana. Sou fascinado pelo rock e pop que marcaram os anos 60 a 2000, brasileiro e internacional, com Elvis Presley, Michael Jackson, Cyndi Lauper, Bruce Springsteen, George Michael, The Beatles, The Cure, The Rolling Stones, Tears for Fears, Guns N' Roses, U2, The Seekers, Whitney Houston, Mariah Carey, Frank Sinatra, Frankie Valli, Roy Orbison, Van Morrison, The Doors e Pulp. A música clássica também me encanta: Vivaldi com As Quatro Estações, Mozart com A Flauta Mágica, Handel com Messiah, Chopin com noturnos e prelúdios, Bach com Variações Goldberg e Beethoven com sinfonias e sonatas, cuja beleza transcende o tempo. No Brasil, a diversidade é imensa: Raul Seixas, Belchior, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Fagner, Vando, Emílio Santiago, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Djavan, Chico Buarque, Gilberto Gil, Zeca Baleiro, Luiz Gonzaga, Gonzaguinha, Legião Urbana, Barão Vermelho, Os Paralamas do Sucesso, Cazuza, Cássia Eller, Capital Inicial, Ritchie, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Skank, Cidade Negra, O Rappa, Chico Science & Nação Zumbi, Raimundos, Charlie Brown Jr., Kid Abelha, Claudinho & Buchecha, Titãs, Ana Carolina, Alcione, Beth Carvalho, Gal Costa e Tim Maia. O samba partido alto com Bezerra da Silva, Moreira da Silva e Dicró, os clássicos de samba-enredo e a música nordestina celebram tradição, alegria e resistência. Cada canção é uma viagem: nos acordes, nas letras e nas vozes, encontro ecos de histórias pessoais e coletivas. Seja no compasso de uma batida, na melodia de uma balada, na harmonia de um concerto clássico ou na intensidade de um solo de guitarra, a música é minha linguagem e meu elo com o mundo. |
| Favorite books | Na literatura, inspiro-me em Jorge Amado (1912–2001), com Gabriela, Cravo e Canela, Dona Flor e Seus Dois Maridos, Capitães da Areia, Tenda dos Milagres e Tieta do Agreste, retratando a cultura e conflitos do Brasil. Machado de Assis (1839–1908), com Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, e O Alienista, oferece profundidade psicológica e ironia. Da literatura francesa, admiro Charles Baudelaire (1821–1867), em As Flores do Mal, Pequenos Poemas em Prosa e O Spleen de Paris. Arthur Schopenhauer (1788–1860), com O Mundo como Vontade e Representação, A Arte de Ser Feliz e Aforismos para a Sabedoria de Vida, e Immanuel Kant (1724–1804), em Crítica da Razão Pura, Crítica da Razão Prática e Fundamentação da Metafísica dos Costumes, oferece reflexões sobre a existência. Fiódor Dostoiévski (1821–1881) ilumina a complexidade moral humana em Crime e Castigo, Os Irmãos Karamázov, O Idiota e O Sonho de um Homem Ridículo. Platão (427 a.C.–347 a.C.), com a Apologia de Sócrates, Thomas Hobbes (1588–1679), em Leviatã, Do Cidadão e Behemoth, e Nicolau Maquiavel (1469–1527), em O Príncipe, Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio e A Arte da Guerra, juntamente com filósofos socráticos e pré-socráticos, fundaram as bases do pensamento ocidental. No Direito, destaco Hans Kelsen (1881–1973), com a Teoria Pura do Direito; Ronald Dworkin (1931–2013), em Levando os Direitos a Sério; Lon L. Fuller (1902–1978), com A Moralidade do Direito; Friedrich Carl von Savigny (1779–1861), autor de Sistema do Direito Romano Moderno; Miguel Reale (1910–2006), com Teoria Tridimensional do Direito e Filosofia do Direito; Norberto Bobbio (1909–2004), com Teoria da Norma Jurídica e O Positivismo Jurídico; Richard A. Posner (1939–2023), em Análise Econômica do Direito; Cesare Beccaria (1738–1794), com Dos Delitos e das Penas; e H.L.A. Hart (1907–1992), em O Conceito de Direito. Estudar o Direito permite compreender normas e princípios que estruturam a convivência e a vida em sociedade. |

