Édi Gomes
My blogs
| Gender | Male |
|---|---|
| Industry | Communications or Media |
| Occupation | Jornalista |
| Location | Jundiaí, São Paulo, Brazil |
| Introduction | Sou jundiaiense nasci Edivaneis Gomes Ferreira da Silva e mudei o nome quando entrei na Imprensa. Muito mais prático e menos constrangedor. Estudei no Centro Educacional SESI 179 – Sifco do Brasil e depois passei por outros tantos colegiais. Arrisquei a vida como publicitário na Escola Panamericana de Artes, fiz Senai de Artes Gráficas em São Paulo, até que “aconteci” no Jornal de Jundiaí. Iniciei a carreira como “pestapista” (nem existe mais a profissão), passei pela digitação até chegar na Diagramação (desenhar o jornal em uma escala de 50% menor). Daí já viu, na redação tomei gosto em tentar escrever. Em 91, fui convidado para trabalhar no Jornal da Cidade, na função de diagramador. Foi muito enriquecedor. Além de “riscar” o jornal eu ainda cumpria três pautas com compromisso de entregar nas quintas-feiras uma especial com 120 linhas e várias fotos para a edição de domingo. Fiquei nesta vida um tempo, daí tivemos mudanças na chefia de reportagem, acabei caindo na Redação de Suplementos com a Zara Campos. Fazia só o Domingo Especial, mas depois vieram outros cadernos. |
| Interests | Sai de lá em 1997 para o Diário do Povo, em Campinas. Fiquei por um ano viajando todo dia até que retornei um ano depois na função de chefe da Diagramação. Mais um ano se passou. Revoltei-me com o “sistema ético da empresa” e fui embora. Mudei radicalmente. Fui ser diagramador em São Paulo ArtPrinter, na Vila Brasilina (lugar barra pesada). A mudança ocorreu em 2000 e até 2004 fiquei morando na Capital. Já tinha perdido o encanto com a comunicação e estava trabalhando em uma empresa de manutenção de bombas de gasolina. Foi quando no dia do aniversário da Zara, liguei para dar os parabéns e ela perguntou se eu conhecia um ótimo diagramador. De brincadeira, soltei que o melhor que eu conhecia era eu mesmo... risos. Dá brincadeira ao convite de retorno passaram-se 10 minutos e no dia 5 de maio de 2003 retornei a vida de ir e voltar só que ao contrário São Paulo – Jundiaí. |
| Favorite movies | Por um ano continuei como diagramador até que pedi na cara de pau uma chance para ser somente repórter. Deixaram-me largar a criação gráfica, tive que ouvir um monte por não ser formado ou estudante do povo da dor de cotovelo, e fui para a redação. Cumpria pautas, fazia duas páginas sociais e outras trocentas coisas ao mesmo tempo. Em maio de 2005, veio a bomba. O câncer aconteceu. O susto foi grande, mas as lamúrias só por dois minutos. Um pouco de lágrimas para hidratar a coragem, né?!. Pedi afastamento e fiquei 1 ano e 4 meses em tratamento. Neste meio tempo, e respondendo bem ao tratamento, quimioterápico resolvi apostar em algo novo, pra mim pelo menos. Entrei na Faculdade Campos Limpo Paulista (FACCAMP), no curso de Comunicação Social – Jornalismo, para alegria maior da minha irmã e “Anja da Guarda”, Shill. Ela sempre cobrou minha formação acadêmica, mas nunca forçou. Já que tava estudando e no meio de alunos que também trabalhavam, insisti em voltar a Redação do JC, mesmo contrariando as minhas médicas, a clínica Camila e a oncologista Daniella (que duplinha). No dia 4 de agosto de 2006 retornei, mas o stress fez-me voltar para o descanso em 11 de outubro do mesmo ano. |
| Favorite music | E 2007 reservou o retorno à Imprensa Jundiaiense. No dia 11 de outubro, após mais uma cirurgia – fiz três, fora os muitos exames que repito a cada três meses, retornei a Redação do Jornal da Cidade. Mesmo no afastamento não fiquei longe das notícias. Prova disso foi que criei o informativo “Na Veia da Notícia” para pacientes com câncer e o blog Serpentesss S/A, para tirar sarro dos amigos da vida acadêmica. Agora aposto em um novo “diário eletrônico”, Emblogue-se. O nome foi dado por um amigão, quase que irmão caçula, JP Polo. Este foi o título da apresentação de um seminário na faculdade sobre blogs, da disciplina Técnicas de Entrevistas, do professor e jornalista Anelso Paixão. Caiu como uma luva, portanto “emblogue-se” na notícia. |

