pensatividades
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| Introduction | Por que ainda precisamos dos nomes próprios para pensar? Vamos insistir sempre em cair nessa armadilha, que reduz a pluralidade expressiva a um nome que nos violenta e nos encerra em redomas semióticas? Os nomes próprios aindam circulam por aqui, mas não são o centro... O desejo que irrompe por entre essas linhas e circuitos quer mais é conexões, muitas delas. O "um" não interessa aqui. Preferimos os bandos, os enxames, as matilhas, os cardumes, os tumultos... |
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