A. Z.
| Introduction | Sobre a paranoidelia Está por toda parte. Escrita, falada, agida, co-agida. Em dúvida, na certeza. No clima da música, no desvio. No frio. Ela é cinza é opaque, ela retoma e desdobra. Se debate. Quer falar, quer perguntar e não se aquieta. É de falar sozinho, consigo mesmo, no meio da tarde, no banheiro, na viagem de táxi. Esbofeteia-se de ceticismo e morre de enfeitiçaria. No tempo, que dura, é duro, ela não sabe se comportar. As palavras se entranham em labirinto, a paranoidelia não deixa descansar. É no canto do Sísifo, no desespero de nadar dentro da rede. Na imagem, a imaginação torta de umas paranóias e delírios aqui e acolá. |
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